Como economizar dinheiro utilizando cartão de crédito

Você sabia que é possível economizar dinheiro utilizando cartão de crédito? SIM, apesar de controverso, essa é uma ação bem possível no mercado financeiro.

Afinal de contas, saber economizar e não precisar cancelar o cartão, pode ser incrível e fundamental para evitar surpresas.

Além disso, nunca foi tão rico ter um dinheiro sobrando e guardado para fazer investimentos certeiros, ou ainda, parar de gastar dinheiro atoa com o é desnecessário, não é mesmo?

Por isso, neste artigo, te daremos dicas de como economizar dinheiro utilizando cartão de crédito, dessa forma, você aprende a controlar as finanças e ainda, usar o cartão de crédito a seu favor, que é a meta para este ano!

8 dicas para economizar dinheiro utilizando cartão de crédito

Antes de falarmos sobre nossas dicas, saiba que é importante não confundir crédito com dinheiro disponível.

Afinal, se não tivermos cuidado, um cartão de crédito pode sim ser prejudicial. Neste sentido, nós preparamos algumas dicas que podem ajudar a economizar dinheiro utilizando cartão de crédito.

Veja como isso é possível:

  1.  Tenha um Planejamento Financeiro;
  2. Fique atento aos programas de descontos e vantagens;
  3. Pague integralmente a fatura;
  4. Tenha poucos cartões;
  5. Evite utilizar o cartão de crédito para cobrir despesas emergenciais;
  6. Pesquise bem antes de escolher um cartão;
  7. Reduza o limite do cartão;
  8. Defina a data de vencimento próxima ao salário.

Outras dicas que podem ajudar a economizar dinheiro com cartão de crédito

O cartão de crédito é um produto financeiro muito útil para o dia a dia, não é mesmo? Afinal, ele quebra cada galho que é uma maravilha!

Mas não podemos nos garantir apenas nas parcelas não é mesmo? Pois, o cartão, quando mal utilizado, vira um grande empecilho para quem está querendo economizar.

Sendo assim, você pode incluir na sua lista de economias, os seguintes processos:

Acompanhe seus gastos

Acompanhar a risca os seus gastos podem sim te ajudar a economizar uma boa grana e ainda te permitir viver melhor.

Então, por que não aplicar isso em outras vertentes para além do cartão de crédito?

Coloque essas dicas em prática e acompanhe as mudanças de perto, você certamente vai se surpreender!

Aposte em contas digitais

Apostar em contas digitais também pode ser uma excelente alternativa para economizar dinheiro utilizando cartão de crédito vinculado.

Isso porque, elas não cobram taxas para a realização das transações realizadas, nem oferecem atendimento ou agência bancária física, o que dispensa a cobrança de taxas operacionais.

Esta realmente pode seu uma outra ótima opção, não é mesmo?

Afinal, além de economizar dinheiro, você ainda garante outros benefícios ao investir em contas digitais, tais como:

  • Proporcionam maior Segurança;
  • É mais conveniente e prático – sem a necessidade de enfrentar filas e fazendo tudo apenas com um click;
  • Garante um melhor controle das suas finanças – é possível acompanhar transações, depósitos e muitos outros, de forma online.

Então, para garantir que você continue a economizar dinheiro utilizando cartão de crédito, é fundamental anotar todas essas dicas e colocá-las em prática!

Escolha um cartão de crédito sem anuidade

Outra forma de economizar dinheiro utilizando cartão de crédito, é optar por um cartão sem anuidade.

De forma geral, esse tipo de cartão, podem ser solicitados e gerenciados por meio da internet, no site ou no app da empresa que oferece o serviço, o que garante mais facilidade e praticidade desde o início de sua aquisição.

Conclusão

Neste artigo, você teve dicas exclusivas sobre aprender a economizar dinheiro utilizando cartão de crédito e assim, notar uma melhora em suas finanças pessoais.

Agora imagina poder aplicar essas mesmas indicações em outros meios e economizar ainda mais dinheiro? Parece realmente uma excelente ideia, não é mesmo?

Sendo assim, acompanhe as atualizações do Blog e fique ligado em dicas exclusivas sobre finanças pessoais e empresariais.

Tipos de financiamentos mais comuns no Brasil

Os financiamentos são perfeitos para pessoas que desejam realizar grandes sonhos, tais como: comprar a casa própria, ter um carro, fazer uma faculdade de ponta, abrir um negócio e muitos outros.

Sendo assim, para que você domine o assunto e saiba qual é a melhor solução para você, nós fizemos esse artigo exclusivo sobre os principais financiamentos do Brasil.

Então, se este é um assunto de seu interesse, vem com a gente nessa leitura!

O que são financiamentos?

Para começar, saiba que os financiamentos são produtos financeiros oferecidos pelos bancos, justamente para você realizar o seu sonho que possui um valor muito alto.

Mas, diferentemente do empréstimo pessoal, onde acontece uma análise de crédito para a liberação de uso livre, nos financiamentos você precisa apresentar o motivo da sua solicitação e também dar garantias que irá pagar, onde, a partir de então, são realizadas análises de crédito.

Quais são os riscos dos financiamentos?

Obviamente que, assim como qualquer outra ação financeira, os financiamentos também apresentam seus riscos.

Sendo assim, dentre eles, destacamos:

#1: Atraso no Pagamento das Parcelas

Assim como em qualquer outra ação financeira, nos financiamentos também corremos o risco de atrasar o pagamento de parcelas.

Mas, atrasar as parcelas do seu financiamento, pode trazer muitas desvantagens para a sua vida, tais como:

  • Pagar juros decorrentes de atrasos;
  • Aumento no valor dos juros e das cobranças;
  • Redução no Score de crédito;
  • Risco de ter nome sujo.

E muitos outros.

Então, para evitar ter dores de cabeça cm seu financiamento, só solicite se realmente tiver condição de bancar as parcelas, ok?

#2: Muitas burocracias e garantias

Para conseguir um financiamento não é tão simples quanto parece, pois, passamos por várias etapas e burocracias que vão além da análise de crédito e do Score.

Isso porque, pelo fato de os financiamentos serem um empréstimo num valor super alto, o banco precisará ter certeza e garantias sobre liberar tal produto financeiro.

#3: Possibilidade de perder o bem

Infelizmente, quando fazemos um empréstimo com valores muitos altos e não temos condições de pagar as parcelas combinadas, corremos o risco de perdê-lo.

Nestes casos, “perder o bem” significa que o banco o colocará em leilão, para que outras pessoas tenham a oportunidade de comprar e assim, consequentemente, você perde o contrato que estava no seu nome. 

Tipos de financiamentos

Como vimos, os financiamentos são perfeitos para ajudar as pessoas a realizarem um sonho de compra que geralmente tem valores muito caros.

Então, para você saber quais são os tipos de financiamentos existentes, listamos os principais a seguir. Dessa forma, você pode escolher qual deles é o melhor para o seu sonho, acompanhe:

  • Financiamento de veículo;
  • Financiamento estudantil;
  • Financiamento imobiliário;
  • Leasing;
  • Crowdfunding (Financiamento coletivo);
  • SFH (Sistema Financeiro de Habitação);
  • Carta de fiança;
  • Autofinanciamento (Consórcio);
  • Antecipação de recebíveis;
  • Microcrédito;
  • FINAME (Financiamento de Máquinas e Equipamentos).

Dicas de como se planejar para um financiamento

Então, agora que você sabe qual é a melhor alternativa para o seu negócio, que tal aprender a se planejar para ter financiamentos bem-sucedidos?

Siga os passos a seguir e veja a diferença nas suas finanças!

Planeje-se financeiramente para não se endividar

Claro que, antes de pensar em fazer um financiamento as suas contas pessoais precisam estar bem-organizadas para lidar com valores altíssimos.

Fazer isso evita que você fique endividado por causa de um produto de crédito e também impede que você fique com o nome sujo.

Então, antes de mais nada, coloque isso em prática.

Escolha com calma o bem que quer financiar

Não adianta nada manter as finanças em ordem, mas ainda assim, escolher bens que não fazem sentido financeiramente para você. 

Tudo bem sonhar alto e querer um apartamento com mais cômodos ou com uma localização melhor, você só não pode colocar em risco seu financiamento e optar por um muito mais caro e com chances de deixar você endividado.

Organize os documentos que serão solicitados

Muitos são os documentos pedidos para fazer uma análise de aprovação, neste sentido, o quanto antes você separar tudo, melhor!

Sendo assim, a lista de documentos é a seguinte:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovantes de renda e de residência;
  • Certidão de nascimento ou casamento;
  • Carteira de trabalho.

E muitos outros!

Eles podem variar com cada tipo de financiamento e com as regras de cada instituição, por isso, procure se informar antes de tomar qualquer atitude.

Imposto de Renda: Tudo o que você precisa saber sobre o assunto

O Imposto de Renda é uma obrigatoriedade para muitos brasileiros, porém, nem todos sabem exatamente do que se trata.

Além disso, saiba que apenas alguns grupos específicos de pessoas, precisam declarar IR e com certeza, você vai conhecê-los nesse post!

Sendo assim, para que você saiba exatamente o que é necessário, montamos este artigo exclusivo com informações sobre o que é, para que serve e quais detalhes o governo precisa saber sobre sua vida financeira.

Acompanhe todos os detalhes!

O que é Imposto de Renda?

O Imposto de Renda é um tributo federal, aplicado de forma anual, sobre a renda de todos os brasileiros.

Essa é uma forma do governo saber quanto cada pessoa ganha, acompanhando de perto sua evolução patrimonial ano após ano.

Mas, para que isso seja possível, o governo solicita aos trabalhadores e empresas que informem à Receita Federal seus ganhos anuais.

Então, no ano seguinte, o órgão avalia se o que cobrou é realmente o que era necessário pagar conforme os rendimentos.

Para que serve o Imposto de Renda?

A cobrança do Imposto de Renda é algo totalmente social, ou seja, o valor arrecado vai diretamente para o governo federal e será aplicado para investir em melhorias na qualidade de vida de toda a população. 

Sendo assim, parte dos impostos adquiridos é destinada à saúde, educação, programas de transferência de renda, segurança e outros inúmeros serviços públicos prestados ao cidadão brasileiro. 

Portanto, para resumir, o Imposto de Renda serve para gerar dinheiro para realizar melhorias no país e por isso, torna-se obrigatória no Brasil.

Quem Precisa declarar Imposto de Renda?

Pois bem, agora que já sabemos o que é e para que serve o Imposto de Renda, é fundamental saber quem deve realizar a declaração.

Então, saiba que se você pertence aos grupos a seguir, você é sim obrigado a fazer Imposto de Renda, que caso não seja efetuado, terá de pagar multa de 1% ao mês do imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto.

Observe:

Tributáveis

Pertence a este grupo, aposentados e pensionistas que recebem mais de R$ 1.903,98 por mês, o que totaliza, cerca de R$ 28.559,70 por ano de rendimentos tributáveis.

Estes podem ser:

  • Aluguéis;
  • Aposentadorias;
  • Salários;
  • Prestação de serviços;
  • Ações judiciais;
  • Pensões.

Agricultores e trabalhadores do campo

Para os trabalhadores do campo de um modo geral, saiba que é obrigatório fazer a declaração do Imposto de Renda, apenas se o rendimento anual for acima de R$ R$ 142.798,50.

Investidores

Aqueles que investiram qualquer valor em bolsas de valores, mercado de capitais ou similares também precisam incluir a informação na declaração do IR.

Isso porque, é bem importante para o governo saber de onde entra e sai o dinheiro.

Donos de terrenos ou veículos

Pessoas com terrenos, imóveis ou veículos, também precisam fazer a declaração de IR desde que somando todas as suas posses, atinjam um valor superior a R$ 300 mil.

Quem vendeu imóvel

Aqueles que venderam imóveis residenciais no ano anterior, e/ou utilizaram o recurso para compra de outra residência para moradia, dentro do prazo de 180 dias da venda, também precisa declarar a operação.  

Pessoas que passaram a residir no Brasil

Quem morava fora do país e retornou em qualquer mês do ano-base deve passar a declarar seu IR no ano seguinte. 

Não tributáveis ou tributados na fonte

Apor fim, temos a categoria dos não tributários que representam aqueles que tiveram rendimentos não tributáveis acima de R$ 40.000,00 no ano.

Esses rendimentos não tributáveis não geram nem lucro, nem valor líquido, portanto não é preciso pagar imposto.

tipos mais comuns de rendimentos isentos e não tributáveis:

  • Rendimento da caderneta de poupança;
  • Indenização de seguro por roubo;
  • Seguro-desemprego;
  • Receita com ajuda de custo como alimentação, transporte e uniformes fornecidos pelo empregador;
  • Aposentadoria e pensão recebida por pessoas portadoras de doenças graves como câncer e aids, entre outros.

Sendo assim, os pertencentes a este grupo são isentos e não precisam pagar imposto, mas ainda assim, torna-se fundamental declarar esta ação no Imposto de Renda.

Contratação CLT ou CNPJ: qual escolher?

Atualmente, muitas pessoas têm pensado em abrir mão da segurança e estabilidade financeira para se jogar de cabeça em uma nova experiência.

Mas, dentre os regimes de contratação CLT ou CNPJ, qual é a melhor opção?

Nós te contamos todos os detalhes nesse post, com informações sobre as principais diferenças entre ambas, algumas vantagens de cada regime e claro, qual a melhor opção de contratação.

Então, confira e tenha certeza de que este é o melhor momento para fazer mudanças!

Contratação CLT ou CNPJ: quais as diferenças?

Antes de tudo, é importante que a gente saiba identificar as principais diferenças em cada contratação CLT ou CNPJ.

Afinal, são elas que determinam qual a melhor opção de escolha para você.

Então, vamos logo ao assunto? Veja a seguir as principais diferenças da contratação CLT ou CNPJ.

Diferenças entre CLT e CNPJ

  • O CLT proporciona maior estabilidade e segurança, com salário líquido menor;
  • CNPJ possui o salário líquido maior e o contratante deve arcar com os benefícios do próprio bolso.

Em ambas as situações, saiba que apesar das suas preferências, quem determina a contratação CLT ou CNPJ é a empresa contratante.

Então, recomendamos que você deixe os seus interesses bem claros desde o início, para assim, se adequar ao que a empresa necessita e vice-versa.

Por que a contratação CNPJ está em alta?

Pois bem, você já deve ter percebido que muitas empresas têm ofertado vagas de emprego em contratação CNPJ, não é mesmo?

Isso ocorre devido a quantidade de burocracias e impostos que uma empresa precisa pagar quando admite um funcionário, que no regime CLT eles são quase o dobro do salário, por isso, muitos funcionários recebem menos.

Já no regime de contratação CNPJ, os tributos a serem pagos pela empresa contratante são bem menores, o que se torna mais vantajoso para eles e consequentemente, seu salário bruto é maior.

Todos esses fatores, contribuem para que muitas empresas busquem contratos CNPJ e abram mão do tradicional CLT, o que pode ser bom para uns e ruim para outros.

Mas, apara saber o que pensamos sobre o assunto, você precisa ler esse post até o fim, ok?

Quais são as vantagens de ser CLT?

Como sabemos, o regime CLT é a forma de trabalho tradicional, a qual garante muitos benefícios aos funcionários.

Então, para que você conheça as vantagens de quem trabalha com esse tipo de contrato, separamos algumas delas a seguir.

  • Descanso semanal remunerado;
  • Vale Refeição/Alimentação/Transporte;
  • Férias anuais remuneradas;
  • Décio Terceiro Salário;
  • FGTS;
  • Garante aposentadoria e auxílio-doença;
  • Seguro-Desemprego;
  • Licença maternidade e paternidade;
  • Seguro contra acidentes de trabalho.

Todos esses benefícios oferecidos na contratação CLT são determinantes para se tornar o preferido de boa parte da população.

Então, para que você possa decidir qual contratação CLT ou CNPJ é a melhor para você, veja abaixo, as vantagens que a contratação como CNPJ apresenta aos funcionários!

Quais as vantagens de ser CNPJ?

Vimos no início desse post, que o regime CNPJ tem se tornado muito popular entre as formas de contratação empresariais.

Isso porque, elas são bem mais vantajosas para as mesmas.

Então, para saber se esse tipo de contratação realmente vale a pena para os funcionários, que tal conhecer algumas de suas vantagens?

Observe:

  • Possibilidade de Emitir Nota Fiscal;
  • Permite oferecer diferentes formas de pagamento aos clientes;
  • Proporciona mais flexibilidade para controlar seus horários;
  • Possibilidade de escolha com quem quer trabalhar – serve tanto para empresas quanto para projetos independentes –;
  • Não há descontos de impostos trabalhistas, assim, o valor recebido é bruto e integral;
  • Possibilidade de ter muitos clientes paralelamente – dependendo da sua área de atuação –.

Então, você já sabe qual é a melhor forma de contratação para você? Ambas são ótimas opções para diferentes situações!

Conclusão: qual contratação CLT ou CNPJ escolher?

Depois de conhecer quais são as vantagens de cada contratação, cabe a você escolher a melhor delas e procurar por vagas de emprego que se enquadrem ao seu perfil.

Além disso, a contratação CNPJ pode ser a melhor opção, pois, apesar de não oferecer estabilidade, o leque de opções para trabalhar é bem amplo.

Enquanto no regime CLT, você fica limitado a trabalhar naquela empresa, muitas vezes sem flexibilidade de horário e também, sem poder crescer.

Então, qual contratação CLT ou CNPJ você vai escolher? Compartilhe com a gente as suas opiniões e progressos da vida profissional, vamos adorar saber!

6 elementos fundamentais da gestão financeira que precisamos monitorar
fintax safe

Para complementar nosso último post sobre gestão financeira, que tal ter conhecimento sobre alguns elementos fundamentais que precisamos monitorar para não perder o controle e assim, ter uma melhor eficiência na busca pelos resultados?

Sendo assim, veja neste post, 6 conceitos que se referem as melhores formas de administrar o dinheiro de um jeito bem mais eficiente.

Confira!

6 elementos da gestão financeira que você precisa monitorar

Antes de colocarmos a gestão financeira em prática, é preciso ter alguns conhecimentos básicos que envolvem a dinheiro em si.

Sendo assim, neste tópico, vamos pontuar alguns elementos que constituem na operação de administrar dinheiro.

Dessa forma, depois que já estiver craque no assunto, é o melhor momento para aplicar a gestão financeira dentro da empresa.

  1. Capital de giro

O capital de giro, nada mais é do que toda a reserva que uma empresa tem para mantê-la em funcionamento.

Neste sentido, aqui está o pagamento de contas, fazer entregas de qualidade e ainda, ser lucrativa.

Lembrando que, este conceito envolve tanto o ativo quanto o passivo circulante.

  • Contas a pagar e a receber

É fundamental ter o controle de tudo o que entra e sai da conta empresarial, isso inclui a conta do fornecedor, cobranças de clientes, impostos e investimentos, por exemplo.

Dessa forma, nos tornamos bons pagadores e nunca precisaremos enfrentar dificuldades financeiras por desorganização.

  • Emissão de Nota Fiscal

As notas fiscais fazem-se obrigatórias para empresas registradas, afinal de contas, é por meio delas que seus impostos são calculados.

Isso quer dizer que você precisa ter um bom sistema para emitir as suas notas, mas que também mantenha tudo organizado e armazenado para não ter problemas legais.

Além disso, outra recomendação para evitar problemas, é manter todas as notas fiscais dos últimos 5 anos guardadas, pois a Receita pode exigir essa documentação a qualquer momento.

  • Fluxo de caixa

Acompanhar o fluxo de caixa de perto, é ter conhecimento sobre tudo o que entra e sai da conta da empresa diariamente.

A partir disso, entendemos o comportamento financeiro da empresa e como ele pode se desenvolver com seu planejamento estratégico.

Obviamente que, esta ação, é indispensável para manter as contas em dia, planejar novos investimentos e ainda, evitar que as finanças entrem no vermelho.

  • Gestão de estoque

A gestão de estoque é um fator importante de qualquer empresa que trabalha com produtos, para entender como funcionam as entradas e saídas de mercadorias.

E, além de repor os itens que estão faltando, esse entendimento dá um norte às compras e permite identificar o que é mais e menos vendido, garantindo um equilíbrio no estoque e assim, evitar prejuízos.

  • Planejamento financeiro

Por fim, mas não menos importante, temos o planejamento financeiro, que é nosso último elemento do nosso post.

Este planejamento está diretamente relacionado ao método de gestão financeira para empresas.

No qual, consiste basicamente, em definir o que fazer com cada uma das informações que explicamos acima.

Em outras palavras, para ter um bom planejamento financeiro, é preciso entender a situação atual do negócio e suas expectativas, garantindo que os recursos sejam usados de forma estratégica.

Sendo assim, ele é o principal responsável por decisões sobre investimentos, cortes de custos, controle financeiro e até mudanças na gestão.

Conclusão

Então, neste post foi possível compreender que é fundamental conhecer as formas de aplicar e controlar o dinheiro, antes mesmo de traçar um planejamento estratégico de gestão financeira.

Dessa forma, nós conseguimos de forma mais clara, monitorar tudo o que entra e ai da empresa, evitando sérios prejuízos financeiros.

Além disso, aproveite a oportunidade para conhecer mais sobre o que é gestão financeira e faça a diferença nas finanças da sua empresa!

Gestão Financeira: tudo o que você precisa saber para aplicar na sua empresa

Ter conhecimento sobre gestão financeira, pode ajudar – e muito – com as finanças da empresa, bem como, auxiliar na busca de resultados para a organização.

Sendo assim, para que você compreenda todos os detalhes referentes a gestão financeira e ainda, tenha dicas exclusivas de aplicação, acompanhe-nos nessa leitura.

Afinal, por aqui, você vai conhecer de forma direta, o que é, para que serve, formas de aplicação e montagem de uma boa gestão e muito mais!

Então, confira todos os detalhes, a seguir!

O que é gestão financeira?

Partindo do início, saiba que a gestão financeira, é um conjunto de ações e processos que contribuem para que uma empresa controle, analise e planeje todas as suas atividades financeiras.

Além disso, ela fornece recursos, muito bem planejados, que auxiliam na conclusão das metas, focando no melhor desenvolvimento da empresa e assim, melhorar seus resultados.

Para que serve?

Como vimos, a gestão financeira auxilia nos gastos de uma empresa, mantendo-os equilibrados em relação aos seus ganhos, possibilitando que ela opere de forma lucrativa.

Então, sim, a gestão financeira pode ser um fator determinante para o futuro da sua empresa, já que, muitas organizações não conseguem se reerguer pela falta de uma boa gestão e assim, caindo na falência.

Como aplicar a gestão financeira: 4 pilares

Claro que, para evitar cenários desastrosos envolvendo os lucros da organização, é fundamental arquitetar os caminhos para que um negócio opere no azul, favorecendo sua saúde financeira e possibilitando o crescimento.

Sendo assim, para compreender as melhores formas de aplicação, bem como, saber como montar uma boa gestão financeira, veja mais detalhes sobre os 4 pilares principais no processo organizacional financeiro, a seguir:

#1: Planejar

É no planejamento que a empresa deve definir quais resultados pretendem alcançar, levando em consideração o cenário atual da organização.

Então, neste ponto, precisamos averiguar:

  • Como está a situação financeira;
  • Identificar oportunidades de investimento;
  • Possíveis otimizações de recursos;
  • Como os objetivos podem ser alcançados;
  • Traçar emergenciais.

Fazendo um planejamento completo sobre o cenário atual, é o primeiro passo para garantir uma boa saúde financeira.

#2: Controlar

Despois de planejado, é fundamental saber controlar a execução de todos os processos que envolvem as finanças da empresa.

Dessa forma, conseguimos palpar os resultados, desenvolver ações de correção de forma ágil e ainda, evitar erros graves ou ter retrabalhos.

Mas, não confunda este processo de gestão financeira com o controle de contas, ambos são termos diferentes e se referem a gastos diferentes.

Então, para não misturar as coisas, falaremos melhor sobre isso em outro post, ok?

#3: Analisar

A nossa próxima etapa de aplicação é a análise para garantir uma boa ação

Neste ponto, é fundamental fazer uma análise de dados para melhorar processos e também, realizar uma análise de resultados, buscando sempre por oportunidades para otimizar as entregas.

Sendo assim, esta é uma ação que complementa o planejamento e faz parte de um bom controle da gestão financeira.

#4: Investir

Por fim, temo nossa última etapa do processo de aplicação da gestão financeira: o investimento.

Sendo assim, o ato de investir, está relacionado a uma ação estratégica e leva em conta a compra de ativos, contratações, aquisições, entre outras operações que podem deixar ainda melhor e mais palpável, atingir os resultados.

Gestão financeira: dicas para ter mais eficiência

Depois de saber como e porque aplicar a gestão financeira no seu negócio, separamos a seguir, algumas dicas que podem ajudar na eficiência dos processos.

Afinal, para obter resultados práticos, é preciso ações assertivas, então, para melhorar os resultados, você deve:

  • Fazer um bom planejamento;
  • Saber controlar os custos e gastos;
  • Definir os melhores indicadores de desempenho – para acompanhar a evolução da empresa de perto;
  • Gerenciar o fluxo de caixa;
  • Estabelecer metas;
  • Use a tecnologia a seu favor.

Seguindo essas dicas, é possível atingir a máxima excelência com a gestão e assim, alcançar os resultados de forma mais rápida.

Coloque em prática e note a diferença!